O momento é sempre o mais despropositado. Quando definitivamente não queremos o embaraço, é quando o silêncio assambarca a situação. Nem sei como, nem porquê o desconforto, mas acaba-me o assunto.
Fito a maravilha, o espanto, toda a graça, perco a compustura. Fico passivo, distante, tentando disfarçar o semblante, tímido quando de ti estou junto. Podia escolher qualquer outra altura, outra situação qualquer... Mas é aí que me acaba o assunto.
Por certo parece incrível, que passe tamanho preparo...
Talvez esconda o bastante, para que o embaraço não se instale definitivamente. Na ânsia que me embala, contigo mais que muito, disparo qualquer triavilidade, alguma estupidez e banalidade porque me fazes perder o assunto.
Podia dizer o que sou, o que quero, o que desejo. Elevar-te ao pedestal em que te vejo. Não sou capaz, emudeço. Tanto por dizer, tanto por falar, fica na minha cabeça a engasgar, oprime o folgo, fecha-me a porta e acaba-me o assunto.
"Mas isto é um canto
e não um lamento
já disse o que sinto
agora façamos o ponto
e mudemos de assunto
sim?" SG
domingo, 6 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Estupidez Épica
Tenho intenção de o dizer à eras. Tenho-me segurado, porém, sinto que agora é a altura certa.
Não prestas. Prometo que realmente não prestas. Tudo o que dizes é retardado. É como se o fizesses de propósito, simplesmente porque te agrada dizer merdas incorretas, sentares-te e ver a cabeça das pessoas explodir a partir da tua estupidez. És um parasita, a cada lugar que vais, destróis todos os neurónio usados pela humanidade para te entender, e depois de os destruíres, mudas de sítio para causar mais dano, até que todos os neurónios estejam efetivamente destruídos por ti, a imparável besta da estupidez. Ok, entendo que se fosse mentalmente diminuído como tu, faria a mesma coisa para diminuir a inteligência à minha volta até um ponto em que não me sentisse um excluído, mas FODA-SE, és um idiota!
Não consigo acreditar em quão estupido tu és. quero dizer. Estúpido como uma pedra bem dura. Estúpido como uma pedra dura e desidratada. Estúpido tão estúpido, que vai para além da estupidez que nós conhecemos para uma nova dimensão de estupidez. És trans-estúpido. Meta-estúpido. Estúpido colapsado em si próprio que até os neutrões colapsaram. Estúpido tão denso que nenhum intelecto consegue escapar. Singularmente estúpido. Sol quente flamejante de meio-dia em mercúrio estúpido. Emites mais estupidez num segundo que todo o universo num ano. Quasar estúpido. Tens que ser um Troll, ou outra qualquer criatura mística... Nada no nosso universo pode realmente ser tão estúpido! Talvez seja um fragmento primordial de estupidez do original Big-Bang de estúpido. Uma essência pura de uma estupidez tão incontaminada, tem que estar para além das leis da física que conhecemos. Desculpa, não consigo continuar. É uma epifania da estupidez para mim. Não tenho força suficiente que reste para lidar com as tuas questões ignorantes, comentários sobre merdas irrelevantes, ou tudo o resto que me apresentas.
Da próxima vez que questionares a opinião de alguém, observa as suas razões e não cries os teus miseráveis, injustificados, ilógicos e idiotas montes de merda a que chamas "razões" para o suportar.
Nunca ultrapassarei o embaraço de pertencer à mesma espécie que tu. És um monstro, um ogre, uma malformação. Vomito ao mínimo pensamento em ti. És tão atrativo como um corte de papel. Os leprosos evitam-te. És vil, imprestável, menos que nada. És uma erva daninha, um fungo, és a borra deste mundo. E já mencionei que cheiras mal?
Se não és um idiota, fazes um esforço imensurável em simular um. Tenta excluir o desnecessário do discurso com que tentas impressionar. A evidência de que és um estrume continuará acessível a todos, mas será mais rápido o seu acesso.
Sinto pena de ti. Talvez mais tarde na vida aprendas a ler, escrever, contar e consigas mais sucesso. É verdade, estas são ferramentas rudimentares que muitos de nós, pessoas "normais", temos como adquirido e nem para toda a gente é tão fácil dominar. Por vezes esquecemos que existem pessoas intelectualmente diminuídas neste mundo que encontram mais dificuldade. Se eu soubesse disto de antemão, nem sequer iniciava qualquer conversa... é como estacionar no lugar dos deficientes. Desejo-te a melhor sorte nas lutas emocionais e sociais, que parecem estar a causar-te tanta dificuldade.
Espero que isto ajude.
Não prestas. Prometo que realmente não prestas. Tudo o que dizes é retardado. É como se o fizesses de propósito, simplesmente porque te agrada dizer merdas incorretas, sentares-te e ver a cabeça das pessoas explodir a partir da tua estupidez. És um parasita, a cada lugar que vais, destróis todos os neurónio usados pela humanidade para te entender, e depois de os destruíres, mudas de sítio para causar mais dano, até que todos os neurónios estejam efetivamente destruídos por ti, a imparável besta da estupidez. Ok, entendo que se fosse mentalmente diminuído como tu, faria a mesma coisa para diminuir a inteligência à minha volta até um ponto em que não me sentisse um excluído, mas FODA-SE, és um idiota!
Não consigo acreditar em quão estupido tu és. quero dizer. Estúpido como uma pedra bem dura. Estúpido como uma pedra dura e desidratada. Estúpido tão estúpido, que vai para além da estupidez que nós conhecemos para uma nova dimensão de estupidez. És trans-estúpido. Meta-estúpido. Estúpido colapsado em si próprio que até os neutrões colapsaram. Estúpido tão denso que nenhum intelecto consegue escapar. Singularmente estúpido. Sol quente flamejante de meio-dia em mercúrio estúpido. Emites mais estupidez num segundo que todo o universo num ano. Quasar estúpido. Tens que ser um Troll, ou outra qualquer criatura mística... Nada no nosso universo pode realmente ser tão estúpido! Talvez seja um fragmento primordial de estupidez do original Big-Bang de estúpido. Uma essência pura de uma estupidez tão incontaminada, tem que estar para além das leis da física que conhecemos. Desculpa, não consigo continuar. É uma epifania da estupidez para mim. Não tenho força suficiente que reste para lidar com as tuas questões ignorantes, comentários sobre merdas irrelevantes, ou tudo o resto que me apresentas.
Da próxima vez que questionares a opinião de alguém, observa as suas razões e não cries os teus miseráveis, injustificados, ilógicos e idiotas montes de merda a que chamas "razões" para o suportar.
Nunca ultrapassarei o embaraço de pertencer à mesma espécie que tu. És um monstro, um ogre, uma malformação. Vomito ao mínimo pensamento em ti. És tão atrativo como um corte de papel. Os leprosos evitam-te. És vil, imprestável, menos que nada. És uma erva daninha, um fungo, és a borra deste mundo. E já mencionei que cheiras mal?
Se não és um idiota, fazes um esforço imensurável em simular um. Tenta excluir o desnecessário do discurso com que tentas impressionar. A evidência de que és um estrume continuará acessível a todos, mas será mais rápido o seu acesso.
Sinto pena de ti. Talvez mais tarde na vida aprendas a ler, escrever, contar e consigas mais sucesso. É verdade, estas são ferramentas rudimentares que muitos de nós, pessoas "normais", temos como adquirido e nem para toda a gente é tão fácil dominar. Por vezes esquecemos que existem pessoas intelectualmente diminuídas neste mundo que encontram mais dificuldade. Se eu soubesse disto de antemão, nem sequer iniciava qualquer conversa... é como estacionar no lugar dos deficientes. Desejo-te a melhor sorte nas lutas emocionais e sociais, que parecem estar a causar-te tanta dificuldade.
Espero que isto ajude.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Dentro de mim
Luz, calor, brilho, matiz.
Aconchego, conforto, afecto, gesto, toque, ternura...
Perdi.
Fiquei para lá do tempo. Esgotei a minha permanência.
"Sempre só mais um homem
Mais humano
Mais um fraco..
Sempre sou mais um braço
Mais um corpo
Mais um grito
Sempre..
Dança em mim!
Mundo, vida e fim!
Dorme aqui
Dentro de mim.." T
Aconchego, conforto, afecto, gesto, toque, ternura...
Perdi.
Fiquei para lá do tempo. Esgotei a minha permanência.
"Sempre só mais um homem
Mais humano
Mais um fraco..
Sempre sou mais um braço
Mais um corpo
Mais um grito
Sempre..
Dança em mim!
Mundo, vida e fim!
Dorme aqui
Dentro de mim.." T
quarta-feira, 4 de abril de 2012
O fim do mundo em 'pendant'
Não existe vida nem história sem objetos, dizem os antropólogos.
Objetos são muito mais simbólicos do que funcionais. Os objetos têm valor afetivo,
os objetos carregam escolhas. E por isso nos é tão dificil livrar deles...
Objetos são muito mais simbólicos do que funcionais. Os objetos têm valor afetivo,
os objetos carregam escolhas. E por isso nos é tão dificil livrar deles...
São também um tipo de insegurança. Como se ela precisasse ter gasolina de reserva mesmo com o tanque cheio. São o amparo que resta, um último reduto.
Agora a sério, quem vive de história é museu!
Objetos sem utilidade ocupam espaço físico e mental e dificultam a organização das ideias. Quando o mundo me acaba, quando peste, guerra, fome e morte me anunciam o apocalipse já passou da hora de dar destino às coisas inúteis, ao lixo.No pavoroso, lúgebre, medonho estado melancólico, quebram-se os objetos, arruma-se a casa e alinha-se o Fen Shui da coisa.
Muitas das decisões mais salutares, como as correspondentes à mudança e ao engrandecimento, só são efetuadas em momentos de tristeza, com primazia da clarividência e racionalidade. Quando focamos o fim. O equilibrio.
Não advogo com isto a negação das emoções, mas a consequências das mesmas, leva-nos na direção do nosso conforto, mesmo quando o desconforto está tão presente.
"Pode acabar o mundo, mas pelo menos combinem as cores!" EF
sexta-feira, 30 de março de 2012
Conflito
Destrutivo, violento, irracional. Ás vezes...
O conflito é um fenomeno subjetivo, muitas vezes inconsciente ou de difícil percepção. Surge quando há a necessidade de escolha entre situações consideradas incompatíveis. Um choque de motivos, ou informações, desencontradas.
As situações de conflito são antagonicas e perturbam a ação ou a tomada de decisão por parte da pessoa ou de grupos. Ainda assim, externamente, o conflito é sinal de vitalidade, motivação e criatividade.
Internamente, convergem forças de sentidos opostos e igual intensidade (os impulsos de separação, individualidade e autonomia e os impulsos de integração, comunhão e submissão, p.e.), por duas valências positivas, mas opostas, ou duas valências negativas.
Uma mesma ação pode ainda sofrer forças, uma positiva e outra negativa, ambas na mesma direção, escolhas que produzem algo que nos gratifica, mas também outro tanto que nos molesta.
Diante de um fato, podemos desejá-lo ou rejeitá-lo, fica na nossa vontade, na nossa liberdade. Mas quantas vezes abstemo-nos da vontade, suspendemos o nosso juízo.
Uma escolha severamente limitada ou artificialmente restrita leva ao desconforto com a opção selecionada e possivelmente a um resultado insatisfatório, mantendo o desequilibrio. Mas demasiadamente ampla, leva a confusão, indiferença.
Convido-te ao selvagem e ao incerto. Escolhe.
O conflito é um fenomeno subjetivo, muitas vezes inconsciente ou de difícil percepção. Surge quando há a necessidade de escolha entre situações consideradas incompatíveis. Um choque de motivos, ou informações, desencontradas.
As situações de conflito são antagonicas e perturbam a ação ou a tomada de decisão por parte da pessoa ou de grupos. Ainda assim, externamente, o conflito é sinal de vitalidade, motivação e criatividade.
Internamente, convergem forças de sentidos opostos e igual intensidade (os impulsos de separação, individualidade e autonomia e os impulsos de integração, comunhão e submissão, p.e.), por duas valências positivas, mas opostas, ou duas valências negativas.
Uma mesma ação pode ainda sofrer forças, uma positiva e outra negativa, ambas na mesma direção, escolhas que produzem algo que nos gratifica, mas também outro tanto que nos molesta.
Diante de um fato, podemos desejá-lo ou rejeitá-lo, fica na nossa vontade, na nossa liberdade. Mas quantas vezes abstemo-nos da vontade, suspendemos o nosso juízo.
Uma escolha severamente limitada ou artificialmente restrita leva ao desconforto com a opção selecionada e possivelmente a um resultado insatisfatório, mantendo o desequilibrio. Mas demasiadamente ampla, leva a confusão, indiferença.
Convido-te ao selvagem e ao incerto. Escolhe.
terça-feira, 20 de março de 2012
Arrebatamento
Prende, encanta.
Num estado emocional de arrebatamento intimo; embevecidos, assombrados, enlevados...
Trata-se de maravilha, magia, feitiço!
Fácil, e traiçoeiro.
Atrai, nada nos causa repulsa; o que fazer? Como destinguir?
Depois, quando (e se) passa, já são muitas as agruras que abrimos, em nós e naqueles que partilharam o mesmo extase. E na consequência, não há ninguém para quem chorar, nenhum sítio onde chamar casa.
Haverá outra forma de gerir o impulso, quando nos carrega, nos atordoa a racionalidade?
Num estado emocional de arrebatamento intimo; embevecidos, assombrados, enlevados...
Trata-se de maravilha, magia, feitiço!
Fácil, e traiçoeiro.
Atrai, nada nos causa repulsa; o que fazer? Como destinguir?
Depois, quando (e se) passa, já são muitas as agruras que abrimos, em nós e naqueles que partilharam o mesmo extase. E na consequência, não há ninguém para quem chorar, nenhum sítio onde chamar casa.
Haverá outra forma de gerir o impulso, quando nos carrega, nos atordoa a racionalidade?
domingo, 11 de março de 2012
À espera não sei de quê
"Essa miúda é uma feiticeira,
prende-te a mente e põe-se a falar..
E tu bem tentas compreendê-la,
mas o que sai da sua boca
não parece condizer com o que ela
te diz com o olhar." JP
São meus iguais os que observo num rasgo, fugaz, de humanidade.
Outros usam da sua humanidade, para justificar as fraquezas, e desmesuradamente os atos.
Raro alguém que me toque no íntimo, no profundo, com a sagacidade em questão.
Revejo e reconto as minhas estórias passadas, futuras e paralelas, onde me reconheço com uma facilidade atroz. Dá medo, dá para incendiar toda a energia, ou para ficar absolutamente imóvel...
Talvez me ensine a partir, nalguma noite triste. Para já, fico.
prende-te a mente e põe-se a falar..
E tu bem tentas compreendê-la,
mas o que sai da sua boca
não parece condizer com o que ela
te diz com o olhar." JP
São meus iguais os que observo num rasgo, fugaz, de humanidade.
Outros usam da sua humanidade, para justificar as fraquezas, e desmesuradamente os atos.
Raro alguém que me toque no íntimo, no profundo, com a sagacidade em questão.
Revejo e reconto as minhas estórias passadas, futuras e paralelas, onde me reconheço com uma facilidade atroz. Dá medo, dá para incendiar toda a energia, ou para ficar absolutamente imóvel...
Talvez me ensine a partir, nalguma noite triste. Para já, fico.
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